27.5.12

Sketching Alentejo

19 desenhos a tinta-da-china e aguarela.

24.5.12

Atelier


Ainda o atelier e ainda (quase) o mesmo cenário.
Ambos com 58x42 cm. Tinta-da-China e Aguarela.

20.5.12

Duas Exposições


Hoje, recomendo duas exposições de dois amigos que muito admiro:
Pedro Cabral, admirável urban skecher  e meu contemporâneo de Arquitectura  e Pedro Saraiva, meu colega no curso de Pintura, um artista muito especial.

18.5.12

Morreu Dietrich Fischer-Diskeau

Franz Schubert escreveu as mais belas canções.
Dietrich Fischer-Diskeau foi uma das mais belas vozes a interpretá-las.

13.5.12

Atelier

O Atelier é não só um local de trabalho mas também de reflexão.

6.5.12

Almoços e Jantares Alentejanos

 Ao jantar, um improvável Bacalhau no forno e um apuradíssimo Borrego assado com Couve. Os antes e os depois fizeram uns fantásticos entretantos.
 Ao almoço, em Estremoz, umas Migas de Batata com Carne do Alguidar tinham sido o prato principal.
Na Quinta-Feira, Uns Pombos Bravos Assados no Forno fizeram um almoço bastante animado para cerca de duas dezenas de pessoas.
Tornei a ouvir a frase: «O Vinho não de Acalca!». Não se deve deitar vinho no copo quando este ainda contém algum, ainda que seja da mesma garrafa.
Um regionalismo: «O almoço foi à da Nélia».
E era com cada jarro de vinho!...

25.4.12

Grândola


Um dia de desenhos em Grândola. Com muita calma.

17.4.12

Congresso das Açordas, Portel

 6º Congresso das Açordas de Portel
Provei a Açorda de Espinafres com Bacalhau, Queijo e Ovo; a Açorda de Beldroegas, a Açorda de Salsa e Cebolas com Cilarcas e a Açorda de Cação. O vinho chamava-se «Têm Avondo».
Como habitualmente, durante a refeição um Grupo de Cantares Alentejanos, actuou. Desta vez, os Almocreves da Amieira.
Depois da refeição, uma volta pelos stands, principalmente para comer uns doces conventuais e beber um café. Como começou a chover bastante, aguardámos um pouco. Aproveitei para fazer mais um desenho.

10.4.12

Do Quarto do Hotel, Luxemburgo

Um simpático Hotel na Place D'Armes. O quarto tinha um belo terraço. Levantei-me muito cedo para desenhar a vista. Àquela hora a luz era muito mais bonita. No outro dia levantei-me novamente cedo para acabar de pintar o desenho.

8.4.12

Place Guillaume II, Luxemburgo



Ao fim da tarde sentei-me num banco na Praça Guillaume II e desenhei.
Em segundo plano, a Catedral.

6.4.12

Grund, Luxemburgo

O Grund está localizado num vale abaixo do centro da cidade do Luxemburgo, nas margens do Rio Alzette.
No desenho, em primeiro plano, a Igreja de St. Jean (final de séc. XVII) que dependia outrora da Antiga Abadia Beneditina de Munster.

2.4.12

Do Porto para o Luxemburgo

Aeroporto do Porto
Voo Porto-Luxemburgo

1.4.12

Aeroporto de Lisboa

À espera do voo para o Porto.

22.3.12

Livro «Sketching Alentejo»

Design de Ana Sena, texto de Ana Paula Amendoeira e a reprodução dos vinte desenhos - eis o livro «Sketching Alentejo» para a inauguração da exposição.

20.3.12

Muscari Comosum

Hoje, começou a Primavera.

19.3.12

Natureza Morta com Fruta e Molho de Grelos

Natureza morta com maçãs, bananas, um limão e um molho de grelos.

15.3.12

Café com Cavaleiro Medieval

Hoje, inesperadamente, tomei um café com um Cavaleiro Medieval.

12.3.12

«Sketching Alentejo»

«Sketching Alentejo» - a minha próxima exposição.
Dia 29 de Março, no Centro Cultural Português/ Instituto Camões, no Luxemburgo.

28.2.12

Malaguetas Vermelhas

Hoje, desenhei as malaguetas vermelhas. Mais pequenas e com o aviso de serem as mais picantes. Das malaguetas verdes já fiz conserva. Destas, farei talvez amanhã se o vento estiver de feição, uma vez que ainda não aprendi a bolinar...

26.2.12

Malaguetas Verdes

Comprei algumas malaguetas numa mercearia indiana, em Lisboa. Pequenas e grandes. Verdes e vermelhas. Vou fazer conserva e congelá-las que assim mantém o maravilhoso aroma. Mas antes disso vou tentar fazer alguns desenhos.
Historicamente parece que esta planta, originária da América, foi levada para a Índia pelos portugueses.

23.2.12

Perna de Veado Assada no Forno com Batatas

Não é de agora este hábito olhar para as formas e abstractrizá-las. E representá-las apenas de um ponto de vista plástico.
Este desenho abstracto representa uma perna de veado assada no forno com batatas. Não tinha necessidade de o descrever porque os desenhos ou têm consistência plástica para sobreviver sem as histórias que a rodeiam ou então são como a comida destemperada.
Como este almoço teve uma ementa digna de referência, aqui fica:
Canja de Pombo Bravo; Fritada de Pombo Bravo e Perdiz com molho de Manteiga e Alho e, para finalizar, Perna de Veado Assada no Forno com Batatas.

22.2.12

Mercado de Estremoz


No sábado passado, um pequeno grupo de desenhadores alentejanos, reuniu-se em Estremoz para desenhar esse maravilhoso monumento vivo. O desenho de cima, feito num bloco de folhas de aguarela, será apresentado na minha próxima exposição, que em breve anunciarei.

16.2.12

Ananás na Mesa da Cozinha

Todos os dias me sento neste lugar. De manhã, sempre à pressa; à noite, mais tranquilamente (pelo menos a isso me obrigo muitas vezes). O ananás confere-lhe um ar tropical, neste tempo glacial.

13.2.12

Silêncio

Grande parte dos desenhos que faço não os publico. Umas vezes porque sim; outras, porque não. Pouco interessa. Este, tinha ficado guardado no blogue e, não me recordo porquê, não publiquei. Ou porque sim ou, talvez porque não. Na verdade pouco interessa.

9.2.12

Mesa da Cozinha

A mesa da cozinha acolhe um grande número de espécies, de diversas ordens, que fizeram deste acolhedor nicho o seu habitat habitual: frutas, mel, temperos, doces, vinho, água, aguarelas, canetas, telefone, telemóvel, comandos, cadernos.

O problema destes desenhos lineares, a preto e branco, é que não se conseguem observar no blogue sem os ampliar.

8.2.12

Um copo de Vinho

Um copo de vinho numa taberna tem um sabor especial.

Couve

Passei ocasionalmente pelo mercado e comprei uma couve para desenhar. Haveria de servir também para comer.
Depois de alguns desenhos, acabei por fazer, no dia seguinte, uma feijoada com couve e uma sopa.
Foi uma bela couve.

6.2.12

30.1.12

Matança do Porco







O Inverno traz-nos, por todo o país, uma tradição secular: a matança do porco. Este dia ritualizou-se pela importância que sempre representou na economia familiar.
Em Reguengos de Monsaraz, foi o 21º Encontro de Diários Gráficos.

15.1.12

Oliveiras

As Oliveiras, como as pessoas, quanto mais idosas mais interessantes, porque mais sábias. Este fim-de-semana cruzei-me com umas tantas de uma sabedoria extrema. A simplificação da sua representação é fruto dessa simbiose.