2.3.11

Chávena de café

Desenhar chávenas de café sempre foi uma constante.

1977

1980

1985

2000

2007

2011

«O Minotauro compreender-me-à, tomará café comigo, enquanto
o sol serenamente desce sobre o mar, e as sombras,
cheias de ninfas e de efebos desempregados,
se cerrarão dulcíssimas nas chávenas,
como o açúcar que mexeremos com o dedo sujo
de investigar as origens da vida.»

Excerto do poema de Jorge de Sena «Em Creta, com o Minotauro»
do livro Peregrinatio ad Loca Infecta

6 comentários:

hfm disse...

Fui acompanhando os desenhos na toada do poema. Belíssimo!

Li disse...

MA RA VILHA!
e que continue sempre uma constante Luís!
Estão todos magníficos!

(agora com a chuva constante vai bem uma xícara de café...)

Rosário disse...

Muito bonito! Numa chávena de café vamos viajando também por vários registos!

Galeota disse...

Uma torrefacção feita de acordo com rigorosos padrões de qualidade.

JASG disse...

apologia do café, essa bebida revigorante e indispensável

AG disse...

amei ler.